Por muito tempo,
escrevi com lagrimas nos olhos – tão doido tão triste – e um aperto no coração;
com uma necessidade de gritar.
E por muito
tempo, acreditei que a quantidade de amar – ou eu achava que era amor – tinha
que ser igual à quantidade de sofrer. E me perdia por tentar me anular para tentar ser amada,
ser querida.
E no final, ao
sair me lamentando, frustrada com outro erro – mais um, meu Deus – eu falava em
mudar, em crescer.
Não cresci.
Não mudei.
Mas aprendi a
reconhecer.
A reconhecer que
a paixão tem que nos deixar leve.
Que nem sempre
temos que ir dormir chorando.
Que existem
pessoas que se preocupam contigo.
Que mensagens e
ligações inesperadas alegram o dia.
Que pode nem ter
tanta coisa em comum, mas é o diferente que fascina.
Que meu ciúme é
fofinho (até parece).
Que, se você
esperar, ou ao menos saber enxergar, a felicidade aparece.
Ela sempre
aparece.

que lindoooo!!!! se fosse uma blusa caberia em mim sem medidas ;D
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