E com aqueles sapos que beijamos esperando o príncipe que não vem.
E com aquela quantidade infindável de planos malucos.
De amigas neuróticas.
De dietas esquecidas.
De promessas desfeitas.
De liquidações imperdíveis.
De lutas.
De feminismo.
De feminilidade.
De sonhos.
Acreditamos nos sonhos, em encontrar o salto alto perfeito, em seguir nossos ideias, mesmo que o mundo pareça contrário.
E vivemos.
Vivemos o nosso feliz, sem necessariamente, ser para sempre.

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